A origem da raça Bretão teve início em 1830 na França, mais precisamente na região da Bretanha ( Noroeste da França ) sendo que o livro genealógico iniciou-se em 1909 e hoje é controlado pelo Syndicat des Eleveurs du Cheval Breton , que a partir de 1950 começou a marcar à fogo os animais inscritos no livro com a figura estilizada de um armiño (arma branca, semelhante a uma espada) na tábua esquerda do pescoço. O cavalo foi trazido para o Brasil face iniciativa do Exército, que precisava do animal para puxar os equipamentos de artilharia. As primeiras importações ocorreram provavelmente em 1927 pelo Estado de São Paulo, através da vinda do garanhão Breslau, destinado ao antigo Haras Paulista de Pindamonhangaba. Entre 1932 e 1956, o Exército Brasileiro importou perto de cem reprodutores para as Coudelarias de Tindiqüera-PR, de Rincão-RS, Pouso Alegre-MG e Campo Grande-MS, sendo que os serviços e manejo ficaram concentrados na Coudelaria de Tindiqüera por ter melhor clima para adaptação dos importados . Através dos programas de expansão da raça, muitos governos estaduais e criadores particulares receberam, através de empréstimo, garanhões do Exército para cruzar com as éguas Bretãs e éguas comuns (as éguas puras eram adquiridas em leilões realizados pelo Exército). Com a desativação da maioria das coudelarias do Exército na década de 70, devido a chegada da mecanização agrícola, o já reduzido rebanho centralizado em Tindiqüera-PR foi vendido em leilão e algumas dezenas de criadores paranaenses cuidaram de sua preservação. O Haras Paulista de Pindamonhangaba foi transferido para a Coudelaria Paulista, hoje Estação Experimental de Zootecnia do Instituto de Zootecnia de SP, no município de Colina, onde o governo estadual concentrou um rigoroso trabalho de seleção da raça no Estado. Novos produtos foram adquiridos ou emprestados para cruzamentos que ajudaram a aumentar o plantel paulista, que ganhou mais três fêmeas e um garanhão importados da França em 1976 e outros seis animais em 1983. Os produtos foram sendo comercializados em leilões anuais e comprados por criadores de todos Estados, mas principalmente de São Paulo e Minas Gerais. Hoje o Posto de Colina conta com o maior plantel PURO da raça Bretão no país. Em 1982 foi fundada a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DO CAVALO BRETÃO, em Curitiba-PR, por um grupo de criadores , mas somente em 1989 abriu seus livros de Registro Genealógico . A Associação Brasileira da raça passou por várias dificuldades em Curitiba, mas conseguiu superá-las com o apoio dos criadores de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Em 1986 as Secretarias de Agricultura de Goiás e do Rio Grande do Sul importaram da França cerca de 30 animais, os quais foram vendidos a criadores particulares de São Paulo e Minas Gerais. Depois começaram as importações particulares, primeiramente pelo Sr. Lineu de Paula Machado , em 1990, que trouxe para Botucatú- SP 11 animais (10 fêmeas e 1 garanhão Em 12/06/95 em Assembléia Geral Ordinária para eleição de nova Diretoria, foi aprovada por unanimidade, a transferência da sede de Curitiba-PR para Jaguariúna , Estado de São Paulo, pois a ABCCB necessitava se aproximar da grande concentração das Associações Brasileiras de raça e ser reconhecida e divulgada no meio eqüestre. Após as mudanças, começaram as melhoras e a repercussão foi grande, muitos interessados na raça e novamente voltaram as importações através do Sr. Anis Razuk, em setembro de 1997, que trouxe para sua propriedade em Itú-SP: 2 garanhões e 2 éguas prenhas. Através de doações dos membros das Diretorias 95/97 e 97/99 a Associação conta hoje com um centro de processamento de dados que além de servir ao Serviço de Registro Genealógico (SERG), auxilia a administração e o departamento de cobrança tornando os serviços mais rápidos e melhor atendendo os criadores do Bretão. Em Novembro de 1997 a ABCCB firmou um convênio com o Ministério da Agricultura, onde através de suas verbas conseguimos: um novo software para o SERG e para a ABCCB , a confecção de impressos de divulgação, uma reunião com o Syndicat des Eleveurs du Cheval Breton para intercâmbio e, a realização de cursos para credenciamento de novos inspetores em outros Estados. |
Mostrando postagens com marcador Raças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Raças. Mostrar todas as postagens
3 de nov. de 2010
Bretão
28 de out. de 2010
Lipizzaner
Os cavalos Lipizzaner são uma raça muito rara, com a população de um tanto sobre 3000 cavalos. São uma das raças as mais velhas da Europa. Os potros são pretos ou marrons carregado, e começam gradualmente mudar a cor ao branco em aproximadamente seis anos de idade. Estão na média 150-165 cm elevado e pesam 450-580 quilogramas.
O parafuso prisioneiro Lipica foi fundado pelo archduke Charles II no ano 1580 para as necessidades da corte de Habsburg. A raça de Lipizzaner foi estabelecida em Lipica (Lipizza), a vila pequena na região de Karst de Slovenia, onde as circunstâncias ambientais permitem de levantar cavalos fortes e saudáveis. Foi desenvolvida produzindo éguas de Karst com os garanhões andalusian, neapolitan, dinamarqueses e árabes. Em ocasiões históricas diferentes, os parafusos prisioneiros novos do estado em outros países foram estabelecidos com o estoque de Lipica (Piber, Djakovo, Topol'cianky, Szilvasvarad, Simbata de Jos-Fagaras, Karadjordjevo, Vucjak, Monterotondo...) e também de muitos parafusos prisioneiros confidenciais toda sobre o mundo. Em quatro séculos o Lipizzaner tem tornado dos mundos a maioria de cavalos nobres e famosos.
São avaliados altamente por muitos amantes do cavalo. As razões são seus beleza, inteligência altamente expressada, caráter agradável, voluntariedade trabalhar, e movimentos bonitos. Os agradecimentos a muitos anos estritamente de seguir o cavalo esloveno de Lipizzaner que produz o programa produzindo da associação e fecham a cooperação com a fazenda do parafuso prisioneiro de Lipica, o Lipizzaners dos reprodutores confidenciais eslovenos são muito bem-vindos no mundo.
Arabo-frísio
Arabo-Friesians além de serem o cruzamentos entre Friesians e Árabes também são selecionados pelas suas funções.
* Devem ter cerca de 40% de selecionado puro sangue árabe e serem parecidos com Friesians, com um pouco menos cabelos nas patas e cabeças.
* Ter uma grande resistência e tenacidade e são, portanto, adequados para as mais difíceis competições esportivas.
* Um dos aspectos mais importantes é a sua disposição: é o "golden carácter" das antigas e comprovada linhas de sangue Friesian.
Estes cavalos são criados especificamente para o desempenho. O Arabo-Friesians deverá ser capaz de competir contra os melhores cavalos de sangue morno. Arabo-Friesians são igualmente capazes de se utilizar no adestramento e na condução de troles.
A Sociedade Arabo-Friesian Europeia possui filiais na França e na Alemanha. Existe também um grande interesse por estes cavalos nos Estados Unidos, Canadá, Espanha, Suíça e Grã-Bretanha.
No Brasil começou a ser criado em 2008 através de uma parceria entre o Haras Greca, criador de Árabes e o Haras Black Foot, criador de Friesians.
História
Cerca de 400 anos atrás, durante o tempo da ocupação espanhola da Holanda, a partir de 1568 até 1648, os agricultores da região da Frísia foram obrigados a usar garanhões espanhóis com sangue árabe em suas éguas. O resultado foi uma imensa e atlética raça de cavalos, que é encontrado na ascendência do Orlov Trotador e do Morgan, entre outros. Eles eram usados pelos ricos e aristrocatas para puxar elegantes troles e em corridas de pequenas carruagens.
Depois de 1900, para salvar o Friesian da extinção, a raça teve que se adequar para trabalhos agrícolas. Quando durante a década de 1960, cavalos Friesian desapareceram das arenas internacionais de condução e de adestramento, alguns criadores optaram pela raça árabe. Estes peritos começaram a buscar os melhores puro sangues árabes, que já tinham sido introduzidas na raça há 400 anos, em éguas Friesian cuidadosamente selecionados.
Durante muitos anos eles têm sido regularmente colocados entre os dez melhores em competições internacionais de condução, incluindo os campeonatos mundiais. Por oito anos consecutivos, a equipe Schrijvers-Aerts tem ganho os campeonatos belgas four-in-hand com seus Arabo-Friesians. Mais recentemente, Arabo-Friesians também concorrem com sucesso no adestramento.
25 de out. de 2010
Historial PS Lusitano
Montado há já cerca de 5000 anos, o mais antigo cavalo de sela do Mundo chega ao limiar do século XXI reconquistando o esplendor de há dois mil anos, quando Gregos e Romanos o reconheceram como o melhor cavalo de sela da antiguidade.
Cavalo de "sangue quente" como o Puro Sangue Inglês e o Puro Sangue Árabe, o Puro Sangue Lusitano é o produto de uma selecção de milhares de anos, o que lhe garante uma "empatia" com o cavaleiro superior a qualquer raça moderna.
Seleccionado como cavalo de raça e de combate ao longo dos séculos, é um cavalo versátil, cuja docilidade, agilidade e coragem, lhe permitem hoje competir em quase todas as modalidades do moderno desporto equestre, confrontando-se com os melhores especialistas. No limiar do ano 2000 o Puro Sangue Lusitano, volta a ser procurado como montada de desporto e de lazer, e como reprodutor pelas suas raras qualidades de carácter e antiguidade genética.
A sua raridade resulta de um pequeníssimo efectivo de cerca de 2000 éguas produtoras. Em Portugal, berço da raça, estão apenas em produção cerca de 1000 éguas, no Brasil 600, em França 200, distribuindo-se as restantes pelo México, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Itália, Canadá e Estados Unidos da América.
Hoje o efectivo da Raça Lusitana está em crescimento, sobretudo na Europa e no Brasil, onde há uma extraordinária progressão em quantidade e qualidade. Entre nós, a qualidade geral da produção tem aumentado muito,e tudo leva a crer que se venham a estabelecer novas linhas dentro da Raça, contribuindo para o seu progresso e assegurando a sua vitalidade.
No século XXI, O Puro Sangue Lusitano será sempre o cavalo por excelência para a Arte Equestre e para o Toureio, mas, para além de ser o cavalo que dá maior prazer montar, continuará a surpreender pela sua natural aptidão para os obsctáculos, e para o Ensino e Atrelagem de Competição.
A institucionalização oficial do Stud-Book da Raça Lusitana, foi sem dúvida, um passo decisivo, no progresso da mesma, ao condicionar a admissão de reprodutores aos requisitos mínimos do respectivo padrão, dando origem a um generalizado e criterioso trabalho de selecção, facultando o conhecimento aprofundado das geneologias, permitindo perpetuar e tirar partido das linhas formadas a partir da insistência em determinados reprodutores (emparelhamento em linha).
Aliás para um processo zootécnico eficaz e relativamente rápido há que recorrer à selecção e à consanguinidade, sendo esta de evidente vantagem em aspectos que interessam ao criador, nomeadamente na pureza e uniformidade da raça e na consequente prepotência dos reprodutores obtidos.
ALTER–REAL
Como o nome surge, a raça Alter-Real foi criada para servir à realeza. Além do porte majestoso, o cavalo ‘real’ devia ter índole e a movimentação ideais para a escola clássica de equitação.
Criação: A raça data de 1748, quando foi fundada pela dinastia de Bragança em Vila de Portel, no Alentejo, Portugal. Em 1756, o haras transferiu-se para Alter. A primeira coudelaria tinha 300 das mais finas éguas andaluzas levadas para Portugal da região de Jerez de la Frontera, o mais famoso centro espanhol de criação. Floresceu em Alter, fornecendo montarias para a corte. E a raça ficou conhecida graças às apresentações promovidas em Lisboa. No começo do século XIX, todavia, muitos dos cavalos se perderam ou foram roubados com o saque do haras pelas tropas napoleônicas do general Junot. Em 1934, outros desastres sobrevieram e culminaram com o fechamento dos estábulos reais. Uma reorganização chegou a ser ensaiada sob D. Maria Pia, no fim do século, com a introdução se sangue estrangeiroInglês, Normando, Hanoveriano e, principalmente, Árabe. Os experimentos foram mal sucedidos e a raça quase se arruinou. Foi salva pela importação de cavalos Andaluzes. Os arquivos dos estábulos foram destruídos com o advento da república (1910), e só em 1932 o Ministério da Economia tomou a iniciativa de reconstituir a criação dos Alter-Reais.
Características: A despeito das vicissitudes por que a raça passou, o Alter moderno virtualmente Andaluz outra vez, sobrevive como um cavalo valente, de carácter físico peculiar e acção extravagante, vistoso, altamente apropriada à Haule Ecole (Alta Escola). Dele descendem os Mangalargas Paulista e mineiro, trazidos por D. João VI em 1807.
Influências: Espanhol: A grande coragem e o carácter próprio, inconfundível.
Altura: Entre 1,52 e 1,62m.
Cores: Marrom, Castanho, Alazão.
Usos: Sela, Desportos, Adestramento.
15 de out. de 2010
Garrano
A Raça Garrana Características:
O garrano (Equus caballus) é um cavalo de pequeno porte, 1, 32 m em média, e perfeitamente adaptado à montanha. A pelagem castanha, a crina longa e escura e a cauda comprida e espessa caracterizam-no. As ganachas fortes e musculosas, a garupa quadrada e as ancas grossas combinam com a rusticidade dos terrenos onde habita. A cabeça, fina mas vigorosa, nos machos é grande em relação ao corpo. O perfil recto, por vezes côncavo, os olhos expressivos, as narinas largas e um penacho de pelos sob os lábios completam o retracto dos garranos bravios
Comportamento:
Normalmente vivem em éguadas lideradas por um macho.
O núcleo que vive em estado selvagem no PNPG está organizado em grupos mais ou menos estáveis. O grupo é bastante coeso na época da reprodução embora por vezes algumas fêmeas se isolem temporariamente. O macho impõe-se de forma a manter a unidade entre as fêmeas que o acompanham, não permitindo que estas se afastem muito. Quando se apercebe da falta de alguma das suas companheiras, chega mesmo a ir procurá-la, reconduzindo-a em seguida para junto das restantes. Quando, por qualquer razão, algumas das fêmeas se separam por uns dias do seu grupo, o macho quando as encontra mostra bem o seu descontentamento através de atitudes agressivas - com relinchos curtos e soltos e dentadas firmes. A dominância por parte do macho para manter a coesão do grupo também está patente nas suas atitudes perante a proximidade de qualquer elemento estranho. Quanto mais tensa for a situação mais energético se torna. O macho é extremamente cioso do seu harém e enfrenta a coice e à dentada qualquer macho que lhe tente roubar uma fêmea.
Distribuição:
Região Norte, em especial nas montanhas do Minho e do Noroeste de Trás-os-Montes, alcançando as Astúrias através da Galiza.
Principais ameaças:
Contaminação genética por cruzamento com cavalos de outra subespécie e predação pelo lobo.
De pequena estatura, cor castanha, membros robustos e curtos, perfil côncavo e pescoço grosso adornado por uma densa crina o Garrano é provavelmente um representante longínquo da fauna glacial do fim do paleolítico. Hoje os exemplares que vivem em estado selvagem são poucos e a raça está classificada como ameaçada.
Nas encostas mais inóspitas do Parque Nacional da Peneda Gerês um grupo de garranos pasta calmamente. A presença de estranhos faz com que o macho relinche e o grupo se afaste. Os potros acompanham a mãe de perto e o macho de orelhas arrebitadas mantêm-se atento. É ele que zela pela coesão do grupo e o homem e o lobo são os seus principais inimigos.
A raça garrana é uma das três raças de cavalos autóctones da Península Ibérica. Originária da fauna glaciar Paleolítica e representante do cavalo do tipo Celta das regiões montanhosas do Nordeste Ibérico, vive actualmente em estado semi-selvagem.
O cavalo garrano foi domesticado há vários séculos e estava perfeitamente integrado na vida rural do sistema agrícola de minifúndio no noroeste português. A mecanização da agricultura provocou o desinteresse dos criadores e o retorno dos animais para as zonas de montanha em regime livre. Nas primeiras décadas do século passado, com a submissão das serras portuguesas ao regime florestal, o garrano quase chegou a desaparecer.
Em 1945, por determinação do sub-secretário de Estado da Agricultura, são seleccionados 21 garranos, do efectivo pecuário local, e libertados no vale do Homem, entre as serras Amarela e do Gerês. O objectivo era fomentar a criação de reservas de animais autóctones em todos os perímetros florestais onde isso fosse possível. Alguns dos animais não se conseguiram adaptar, o que tornou necessário efectuar sucessivas aquisições até obter um núcleo de animais tipicamente serranos.
As razões que levaram à constituição do núcleo de garranos nem sempre foram bem compreendidas Várias vezes tentaram eliminar os cavalos, alegando que evadiam as pastagens destinadas ao gado doméstico e que prejudicavam a flora do Gerês. Mas a eliminação do núcleo de garranos geresiana não se chegou a verificar e em 1970, quando foi criado o Parque Nacional da Peneda Gerês, Lagrifa Mendes defendeu activamente as razões da sua existência. O último grupo de garranos selvagens do Parque Nacional viu assim preservada a sua existência.
Mas no Parque Nacional da Peneda Gerês existem outros garranos, que vivem em regime de semi-liberdade e têm dono. Os criadores particulares deixam os cavalos pastar em liberdade na serra durante todo o ano. Por volta dos dois anos os poldros são capturados e vendidos. Para a maior parte deles, o destino é o talho.
Nas últimas décadas os criadores começaram a libertar no monte outras raças de cavalos. O resultado foi inevitável - os garranos puros começaram a rarear.
Em 1994, o Serviço Nacional Coudélico define o padrão da Raça Garrana e inicia-se o Registo Zootécnico. Nesse mesmo ano a raça é classificada pela União Europeia como “raça ameaçada” e coube à Associação de Criadores de Equinos de Raça Garrana recuperar a raça do perigo de extinção. O Registo Zootécnico permitiu realizar a caracterização zootécnica e determinar o seu efectivo e a sua área de dispersão. Actualmente estão registados cerca de dois mil indivíduos - 1500 adultos e 500 poldros - dispersos por dezassete concelhos nas províncias do Minho e Trás-os-Montes.
Para José Vieira Leite, da Associação de Criadores de Equinos de Raça Garrana, “ a sistemática aferição dos cavalos Garranos ao Padrão traduz-se nas principais característica somáticas da raça.” Mas é preciso fazer mais para preservar a raça. “É necessário diversificar a utilização da raça numa perspectiva de adaptação do potencial do cavalo Garrano a novos utilizadores”. O garrano tem um elevado potencial como raça vocacionada para o turismo e escola de equitação. A exploração do turismo equestre nas regiões de montanha e o uso de garrano no ensino da equitação permite valorizar a raça e garantir o seu futuro
12 de out. de 2010
SORRAIA
Acredita-se que os primeiros cavalos domesticados na Europa tenham sido os da Península Ibérica. Hoje descendentes desses equinos primevos, i.e., das raças fundadoras, ainda podem ser vistos tanto em Portugal como na Espanha. Entre eles estão os da raça chamada Sorraia, em muitos dos quais a cor e a conformação têm extraordinária semelhanças com as do Tarpan e com o mais refinado Garrano ou Milho, de raízes idênticas porém habitat mais para o norte, nos vales de Garrano do Milho e Trás-os-Montes.
Características: durante séculos, o Sorraia foi usado por vaqueiros locais e para o trabalho agrícola leve Não pode ter sido considerado, a esse tempo um espécime sobremodo atraente. Pois não obstante, e malgrado a cabeça pesada e a cauda caída, conservou ele todo o vigor dos seus antepassados selvagens.
Influências: Tarpan: Na raiz da raça, deu-lhe a excelência da compleição básica. Berbere: Melhorou os movimentos, aumentou-lhe o tamanho e acrescentou o carácter fogoso.Altura: Varia entre 1,27 e 1,32m.
Cores: Cinza-Pardacento
Usos: Bravio, Leve Trabalho Agrícola
8 de out. de 2010
Mangalarga Marchador
Origem: a raça teve sua origem em Minas Gerais no ano de 1812 quando Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, recebeu de presente de D. Joäo VI um cavalo da Coudelaria Real de Alter, de origem andaluza. Cruzado com éguas nacionais, também de origem da Península Ibérica, porém de linhagens menos nobres, deu origem aos primeiros ‘Mangalarga Marchadores’. Selecionado para fazer grandes viagens, buscou-se aliar a comodidade a resistência e o brio.Características: cavalo versátil, rústico, resistente, cômodo e elegante; tendo porte médio com altura de 1.54m.; cabeça de perfil retilineo ou subcôncavo; orelhas médias; pescoço piramidal forte e ligeiramente arredondado na linha superior; cernelha bem definida; peito amplo; dorso e lombo curtos; garupa horizontal; membros fortes e andamento de marcha batida ou picada, porém, ambas com momento de tríplice apoio. São admitidas todas as pelagens, porém a predominante é a tordilha.
Aptidões: passeio; enduro; esportes e trabalho com o gado.
Puro Sangue Inglês
Origem:Raça selecionada na Inglaterra pelo cruzamento de três garanhões orientais, Beverly-Turk e Darley Arabian árabes , e Godolphin Barb de origem berbere, com éguas existentes na Inglaterra e as “Royal Mares” de origem da Península Ibérica. O objetivo da seleção do Puro Sangue Inglês era o de obter cavalos de corridas para grandes percursos. É considerada uma das raças melhoradoras e que entrou na formação das principais raças modernas de cavalos de esporte.Características:Cavalos de muita finura, beleza e grande classe, com altura média de 1.60m, linda cabeça, perfil reto ou levemente ondulado, fronte ampla, olhos grandes, narinas elípticas e dilatadas, orelhas médias, pele fina, cernelha destacada e musculosa, dorso reto comprido e lombo curto, garupa inclinada, peito estreito e torax profundo. Espádua inclinada, membros fortes, joelhos baixos e canelas curtas. Pelagem de preferência uniforme, castanha, alazã ou tordilha.
Aptidões:Corridas planas ou com obstáculos, salto, adestramento e Concurso Completo de Equitação.
Mangalarga
Origem: raça formada no Brasil com o cruzamento de um cavalo de origem andaluza, da Coudelaria Real de Alter, trazido por D. João VI e presenteado ao Barão de Alfenas, Gabriel Francisco Junqueira, cruzado com éguas nacionais também de origem ibérica, trazidas pelos colonizadores. Desses cruzamentos surgiram produtos de andamentos comodos de marcha batida porém tendo grande resistência e rusticidade, que foram chamados de Mangalarga. Trazidos para São Paulo, sofreram infusões de sangue Árabe, Anglo-árabe, Puro Sangue Inglês e American Sadle Horse, que imprimiram aos novos produtos a “marcha trotada”, e, foi por essa característica que a raça Mangalarga dividiu-se em duas: Mangalarga em São Paulo e Mangalarga Marchador em Minas Gerais.Características: cavalo de altura média de 1.55m.; cabeça de perfil reto ou subconvexo; olhos grandes; orelhas médias; pescoço de comprimento médio, musculoso; cernelha näo muito destacada; dorso näo muito curto; garupa semi obliqua; membros fortes; canelas curtas e quartelas com mediana inclinaçäo que lhe permitem uma marcha trotada sem muita elevaçäo e portanto comoda. A pelagem predominante é a alazã e castanha, sendo porém admitidas todas as outras.
Aptidões: passeio; enduro; esportes e trabalhos com o gado.
Holsteiner
Origem: raça selecionada no norte da Alemanha, região de Schleswig e Holstein, através do cruzamento de garanhões Puro Sangue Inglês com éguas de grande porte existentes na região. Os antigos cavalos de Holstein sofreram inicialmente pequena infusão de sangue Oriental e Andaluz, tendo sido considerados os melhores cavalos de carruagem do mundo, pelo seu grande porte, força, andamentos elevados e flexibilidade. Posteriormente, atendendo à demanda de cavalos para os esportes hípicos, foram cruzados com garanhões Puro Sangue Inglês, Anglo-árabes e Anglo-normandos, tornando-se uma das mais importantes raças de cavalos de salto e adestramento da atualidade.Características: cavalo de grande porte; com altura média de 1.70m.; ótima estrutura; bom caráter e temperamento; linhas harmoniosas; cabeça de comprimento médio, de preferência com perfil reto; pescoço bem lançado e levemente arredondado na linha superior; cernelha destacada; linha dorso-lombar média; garupa forte; membros fortes; com andamentos cadenciados, elevados e extensos, tendo excelente mecânica e grande potência para o salto. São admitidas todas as pelagens, porém a predominante é a castanha e a tordilha.
Aptidões: indicado para os esportes hípicos de salto e adestramento.
Sela Francesa
Origem: raça selecionada na França, região da Normandia, através do cruzamento de garanhões Puro Sangue Inglês com éguas das antigas linhagens de sela ou trotadoras Anglo-normandas, tendo como finalidade produzir cavalos para os esportes hípicos. A denominação “Sela Francês” foi adotada a partir de 1958, permitindo reunir num mesmo livro genealógico todas as linhagens regionais de cavalos de sela da França.Características: cavalo de muita classe; ótima estrutura; altura variando de 1.60m a 1.70m.; com bom caráter e temperamento vivo; cabeça média; de perfil reto ou subconvexo; cernelha destacada; linha dorso-lombar média; garupa forte semi-obliqua e arredondada; espaduas inclinadas; membros fortes e andamentos extensos com muita impulsão. São admitidas todas as pelagens, sendo predominante a castanha e a alazã.
Aptidões: cavalo de sela, especializado para os esportes hípicos de salto, adestramento e concurso completo de equitação.
OLDENBURG
O Oldenburg foi criado no século XVII como cavalo de carruagem capaz de enfrentar com galhardia caminhos difíceis e de desempenhar também, a conno, tarefas agrícolas. Desde então, a raça vem se adaptando continuamente a outras exigências graças a uma criação hábil e cuidadosamente controlada. Dos WarmBloods, o Oldenburg é ainda o mais possante e o mais apropriado para o dressage ou como animal de competição.Criação: A raça, baseada na Frigia, originou-se nas províncias de Oldenburg e Ost-Friesland, hoje Alemanha. Deve sua instituição ao conde Anton Gunther von Oldenburg (1603-1667), que usou para formá-la sangue Espanhol e Napolitano. Garanhões ingleses mestiços foram introduzidos no fim do século XVIII; e Thoroughbred e alguns Cleveland Bays, por volta de 1897. também um cavalo Normando – Normann 700 -, produto hídrico de Norfolk Roadsters e mestiços ingleses, teve grande participação. E quando a ênfase se deslocou para a produção de cavalos de montaria, outro espécime Normando – Condor – foi usado, bem como um Thoroughbred – Lupus. Cruzamento recentes têm sido efectuados também com Thoroughbreds e, ocasionalmente, com Hanoverianos.
Características: O Oldenburg é hoje um cavalo magnífico, de temperamento calmo e estável. Tem andadura correcta, rítmica, apesar de certa dúvida sobre a movimentação do joelho. E, o que é de surpreender em cavalo arcabouço tão grande, o Oldenburg se faz adulto depressa.
Influências: Normando: Transmitiu-lhe as qualidades dos mestiços ingleses. Thoroughbred: Melhorou a raça e tornou mais leves os Oldenburg, no início pesados. Frísio Foi a contribuição principal resistência, economia, docilidade no treino.
Altura: Entre 1,67 e 1,78m.
Cores: Todas, Uniformes
Usos: Sela, Tiro
FREDERIKSBORG
No século XVI, a Dinamarca era um dos centros principais de criação de elegantes e activos cavalos de sela e de cavalos de batalha de grande categoria. Esses cavalos, ditos ‘Frederiksborgs’, eram produto de uma coudelaria fundada pelo rei Frederico II, em 1562. Pluto, cavalo branco ‘Espanhol’, e um dos fundadores da linhagem Lipizzaner que leva o seu nome, era um Frederisborg, nascido no haras da corte da Dinamarca em 1765.Criação: A raça descende efectivamente de cavalos Espanhóis. Só posteriormente se acrescentaram a essa base de elementos de cavalos afins, Napolitanos, (Nápoles esteve sob o domínio espanhol de 1503 a 1734). No século XIX ocorreram outros cruzamentos agora com garanhões Árabes e mestiços (halfbred) Ingleses. O resultado foi um esplêndido cavalo de montariam, empregado com êxito para melhorar outros cavalos do país, como o Jutland. A exportação indiscriminada exauriu, porém, as caudelarias do reino, que passaram a criar PSI – e araç original por pouco não desaparecia. Durante algum tempo, criadores independentes asseguraram a sobrevivência dos Frederiksborgs, embora reduzidos a puxadores de carruagens. Mas a crescente demanda de cavalos de sela acabou por generalizar a criação de PSI, e é improvável que ainda existam representastes legítimos da antiga raça.
Características: Embora cavalo de sela, o Frederiksborg sempre conservou suas qualidades de cavalo de carruagem: robustez e andadura aristocrática.
Influências: Espanhol: Responsável pela elegância e pela presença majestosa.
Altura: Cerca de 1,60m.
Cores: Castanho
Usos: Sela
DANISH WARMBLOOD
Representantes de uma das raças mais recentes da Europa, criada à propos para competições, os cavalos Danish Warmblood só tiveram stund book próprio na década de 1960. Em tempo curto, porém os criadores dinamarqueses produziram um animal de qualidade superior e versatilidade maior que a de muitos cavalos europeus de reputação firmada.
Criação: A Dinamarca tem tradição equestre. Monges cistercianos do século XIV costumavam cruzar, no Holstein (ducado dinamarquês até 1864), cavalos Espanhóis da melhor categoria com éguas de grande porte, nativas da Alemanha sententorial. Um dos resultados disso foi Frederiksborg. O Danish Warmblood tem por base o Fredericksborg cruzado com Thoroughbreds ingleses. As éguas locais resultantes dessa operação eram então acasaladas com garanhões Anglo-Normandos (Selles Français), com Thoroughbreds e com Trakehners. O produto era aperfeiçoado para tornar-se um cavalo saudável e robusto, de excelente conformação, estável, largo escopo de acção e aptidão para o galope. A participação do hanoveriano prima pela ausência no caldeamento do Danish Warmblood, o que pode ter contribuído para o seu carácter singular se comparado com outros Warmbloods.
Características: Os melhores cavalos dinamarqueses têm um perfil de Thoroughbred combinando substância, força e boas pernas. Corajosos e árdegos, têm excelente temperamento e acção. São brilhantes animais de dressage, com desempenho de primeira classe no cross-country.
Influências: Fredericksborg: Os fundamentos, o porte vistoso, a elegância como cavalo de sela. Trakehner: Usado por seu tipo fixo e conformação correcta. Psi: Deu-lhe melhor qualidade, rapidez e desempenho.
Altura: Cerca de 1,67m.
Cores: Todas, Uniformes
Usos: Sela
CAVALO FINLANDÊS
Em tempos passados havia duas raças finlandesas: a Finnish Draught (‘de tiro’) e a Finnish Universal (‘para toda obra’). Ambas eram criadas considerando a actuação e o desempenho e não a aparência. O Finlandês destinado à tracção, o mais pesado dos dois, era um animal possante de aspecto comum mas andadura viva e rápida. O Universal, mais leve, podia ser montado, usado para puxar cargas de peso moderado e, principalmente para corridas atrelado a viaturas ligeiras. A partir da década de 1970, acentuou-se a preferência geral por cavalos utilitários mais leves, embora haja ainda papel para os demais na lavoura e, sobretudo na silvicultura.
Criação: O Finlandês descende, provavelmente de antigas raças europeias de cavalos pesados e ligeiros, cruzadas com raças warmblood e coldblood. Um livro de registros de pedigrees foi aberto em 1907, tanto para os animais leves quanto para os pesados dessa raça, e se instituíram rigorosamente testes de desempenho para os dois tipos.
Características: O Finlandês, sereno e equilibrado, tem, a despeito do seu arcabouço relativamente leve, a força da tracção de um cavalo muito mais pesado. E a isso se combinam, com rara facilidade, o carácter, a rapidez e a agilidade das raças ligeiras. É resistente, longevo, dono de notável robustez. Seria ocioso dizer que impressiona também por sua constituição. A inclinação dos quartos a partir da garupa e, ainda, a acentuada extensão do dorso, são típicas do cavalo de tiro destinado a competições e reflecte a mudança de ênfase ocorrida na criação do Finnish Horse.
Influências: Pónei Finlandês: Os póneis nativos, notáveis pela resistência deram uma sólida base para cruzamentos com raças de fora. Oldenburg: Fixou o carácter do Finlandês e acrescentou-lhe porte e acção.
Altura: Cerca de 1,57.
Cores: Todas.
Usos: Tracção Ligeira.
GALICENO
O Galiceno, pónei do México, é outro exemplo do legado espanhol às Américas. A partir de 1950, a raça se espalhou para o norte, passou aos Estados Unidos, e foi reconhecida no país em 1958. É vista como ‘ponte’ ideal para jovens cavaleiros, transição póneis para cavalos.
Criação: O Galiceno, como o nome indica, originou-se na Galícia, província do noroeste da Espanha, afanada, desde a antiguidade, por seus cavalos de andadura macia. O Galiceno actual ainda se distingue por essa qualidade e pela rapidez, muito louvada na Inglaterra elisabetana. Os ancestrais desses ‘cavalinhos’ estariam entre os equídeos trazidos pelos espanhóis da Hispaniola para o continente no século XVI, talvez descendentes das Sorraias e Garranos (diferentes nomes para o mesmo cavalo) indígenas da Península Ibérica.
Características: O Galiceno é resistente e robusto, tratável, inteligente, versátil. Sua natural agilidade e velocidade lhe garantem a popularidade como pónei de rancho e de competições. É usado como animal de transporte.
Influência: Espanhol: Contribui para a sua aparência, constituição e espírito.
Altura: cerca de 1,42m.
Cores: Todas, Desde que Uniformes
Usos: Sela, Tiro
WELSH COB
O Welsh Cob, com sua andadura de trote explosivo, desperta tão grande fervor na sua pátria quanto os coros galeses ou o ruby no Cardiff Arms Park. É ele o sucessor natural da grande tradição do Norfolk Roadster, que teve, aliás, papel na sua evolução. Como animal de tiro, nenhum outro o supera em ímpero e bravura; como montaria, é um audacioso corredor, com grandes qualidades para o salto.Criação: O Welsh Cob (secção D no stud book) é, em matéria de perfeição, uma versão ampliada do Welsh Mountain Pony, de quem descende. Esses póneis foram cruzados com animais dos romanos e, depois, nos séculos XI e XII, com cavalos Espanhóis para produzir o Powys cob e um outro animal, mais pesado, o Welsh Cart Horse. Nos séculos XVIII e XIX, novos cruzamentos, agora com Norfolh Roadters e Yorkshire Coach Horses, mais uma miniatura de sangue Árabe, resultaram no Cob moderno. Já houve, no passado, um florescente mercado de Cob para aplicação militar (Infantaria montada, tracção de canhões). E até à década de 1960, Cobs foram utilizados, em grandes números, no transporte de pão, e outros artigos nas cidades grandes.
Características: Welsh Cob: tem ainda alguma procura como cavalo de sela e de tiro. Cruzado com Thoroughbred, produz excelentes cavalos de competição. O Cob é excepcionalmente robusto na constituição e tem grande resistência.
Influencias: Welsh A: Base do Cob responsável pela andadura e solidez. Espanhol: Melhorou tamanho e força contribuiu para a bela postura. Norfolk-Roadster: A boa qualidade do trote e a robustez.
Altura: Entre 1,47 e 1,57m.
Cores: Todas, Simples e Uniformes
Usos: Sela, Tiro
THOROUGHBRED
O Thoroughbred (ou PSI) é a raça de corrida que vemos nos clube jóqueis. É o mais veloz dos equinos e a base de uma imensa indústria multinacional de criação e corridas.
Criação: A raça originou-se na Inglaterra nos fins do século XVII e princípios do XVIII com a importação de cavalos Árabes da Arábia. Um facto incrível é que todos os PSI do mundo são descendentes direitos pela linhagem paterna de três garanhões puro-sangue Árabes: o Byerley Turco importado em 1684, o Darley Árabe em 1704 e o Ggolphin Árabe (algumas vezes impropriamente chamado de Berbere) em 1731. Além desses três, houve muitos outros reprodutores e matrizes Árabes, sendo que em sua origem a raça estava saturada de sangue Árabe e em pequenas escalas de Berberes.
Características: Raça seleccionada para corridas curtas em distâncias de mil a dois mil metros, em pistas planas, pilotados por leves jóqueis de 60kg. São animais muito velozes e bem proporcionados, possuindo grande capacidade atlética e considerável vigor físico e mental. É corajoso, mas também nervoso e excitável, com temperamento às vezes difícil.
Influências: Árabe: Velocidade, beleza e disposição atlética. Contribuição decisiva. Berbere: Contribuiu com velocidade, ardor e grande agilidade. Galloway: Deu contribuição mínima ao PSI.
Altura: Varia entre 1,62 e 1,67m
Cores: Tordilho, Castanho, Alazão
Usos: Sela, Corridas planas, Desportos Hípicos
Assinar:
Postagens (Atom)













